Mês: dezembro 2024

TDAH em Adultos: Diagnóstico Tardio em Mulheres

Vamos hoje entender de uma maneira simples e clara o que de fato é o TDAH e como ele impacta na vida de diversas mulheres que então descobrem na vida adulta um diagnóstico tardio. O que você não sabe ainda sobre o TDAH Se chama Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, primeiramente saiba que não é brincadeira, não é frescura, tampouco preguiça. É uma condição neurobiológica, ou seja, está relacionado à forma como o cérebro processa informações. Se manifesta de diferentes maneiras conforme a idade. Em Homens e crianças: TDAH frequentemente percebido como hiperatividade e impulsividade (agitação, dificuldade de ficar parado, comportamentos arriscados) Neste artigo trataremos o TDAH em adultos, em especial em mulheres, que em sua grande maioria “maqueiam” os sinais e sintomas por exigências sociais; predominam desatenção, ansiedade, desregulação emocional e autocrítica severa.vamos conversar sobre isso. TDAH em Mulheres o que você precisa saber Temos fatores culturais, sociais e às próprias características do transtorno que corroboram para os sintomas passarem desapercebidos, nas mulheres eles tendem a se manifestar de maneira mais sutil e internalizada, dificultando o diagnóstico. Três subtipos de TDAH Culturalmente ensinadas a mascarar sintomas. Desde cedo muitas meninas aprendem que devem ser “comportadas”, calmas e responsáveis. Isso faz com que elas se esforcem para esconder sinais de distração, impulsividade ou desorganização. Esse comportamento faz parte dos sintomas, é conhecido como “masking” e consiste em ajustar comportamentos para parecerem normais, mesmo enfrentando dificuldades internamente. Predominância: Desatenta Sintomas como distração, esquecimento e dificuldade de organização são mais comuns do que hiperatividade física e são frequentemente interpretados como “preguiça”, “desorganização” ou “falta de comprometimento”, levando a diagnósticos equivocados ou atrasados. Algumas mulheres relatam Esquecimento (tarefas, compromissos), dificuldade de manter foco prolongado, problemas em organizar atividades e gerenciar tempo, perda frequente de objetos importantes e facilidade em se distrair com estímulos externos. Autocrítica e Impacto emocional Muitas mulheres com TDAH desenvolvem outros transtornos, assim como: ansiedade, depressão e uma autocrítica severa devido às dificuldades que enfrentam em atender às expectativas sociais e pessoais. Elas podem se sentir incapazes ou insuficientes, intensificando os sintomas emocionais. Diagnóstico O diagnóstico do TDAH é feito profissionais qualificados, então não é possível fazer testes na internet e ter esse diagnóstico por envolver muitas vertentes para o fechamento de um quadro clínico. Consideramos a história clínica do paciente, testes aplicados validados por evidência cientifica, se necessário é abordado familiares, equipe multidisciplinar. Nenhum diagnóstico é simples de ser feito deste transtorno muito mesmo. Mas afinal quem pode dar o diagnóstico? Psiquiatra, Neurologista, Psicóloga ou Neuropsicóloga, em grande maioria médicas generalistas e pediatras, encaminham para estes profissionais depois de uma desconfiança. DSM (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) foi publicado pela Associação Americana de Psiquiatria (APA) e é considerado uma das principais referências para a prática clínica e pesquisa em saúde mental. Critérios diagnósticos do DSM: Exigem frequência e intensidade dos sintomas, que devem causar prejuízos significativos em diferentes áreas da vida. Diagnóstico requer avaliação de pelo menos seis critérios de desatenção ou hiperatividade/impulsividade. Sintomas de desatenção Sintomas de hiperatividade e impulsividade Impactos no cotidiano por um diagnóstico tardio O diagnóstico não é um rótulo e sim uma maneira assertiva de conduzir seu dia com estratégias personalizadas, levando a mulher leveza e tranquilidade, mesmo com os desafios diários. O TDAH, quando não diagnosticado ou tratado, causa problemas emocionais, sociais, acadêmicos e profissionais. Lidar com a sensação de fracasso, baixa autoestima, dificuldades em manter relacionamentos e compromissos levam essa mulher à sobrecarga física e emocional. A sensação de fracasso e a baixa autoestima A sensação de fracasso decorre frequentemente de expectativas irreais, autocríticas excessivas ou experiências repetidas de não atingir metas desejadas. Para muitas mulheres, essa sensação torna-se ainda mais intensa devido à pressão social que exige perfeição em diversos papéis — como mães, esposas e profissionais. Esse cenário, por sua vez, reforça a crença de que não são boas o suficiente, corroendo gradualmente a autoestima e minando a confiança em si mesmas. Consequentemente, mulheres com baixa autoestima costumam evitar novos desafios, ao temerem fracassar novamente ou desapontar as pessoas ao seu redor. Como resultado, acabam presas em uma zona de conforto que, na verdade, é tudo menos confortável. Essa zona está marcada por autocrítica constante e um profundo sentimento de insatisfação, dificultando ainda mais a saída desse ciclo desgastante. Dificuldades em manter relacionamentos e compromissos. Manter relacionamentos saudáveis pode ser desafiador quando a autopercepção está comprometida. Mulheres que se sentem fracassadas ou insuficientes podem interpretar ações neutras ou bem-intencionadas de outras pessoas como rejeição ou crítica, o que pode prejudicar a dinâmica de suas conexões. Além disso, a dificuldade em gerenciar compromissos, seja por desorganização ou procrastinação, pode levar a problemas com parceiros, amigos ou no trabalho. Essa falta de equilíbrio intensifica o sentimento de culpa e de não corresponder às expectativas. O impacto físico e emocional Esses fatores combinados resultam em uma sobrecarga que vai além do emocional. A pressão constante e o estresse desencadeiam sintomas físicos como insônia, dores musculares, fadiga crônica e até problemas hormonais. A saúde mental também sofre, aumentando o risco de ansiedade, depressão e outros transtornos. Para romper esse ciclo, exige que passos sejam dados, como, por exemplo: buscar pelo autoconhecimento, estabelecer prioridades, celebrar as pequenas vitórias, construir relacionamentos saudáveis, mas para muitas seja desafiador e longo demais encontrar esse caminho sozinha, por isso a ajuda de um profissional para conduzir sua jornada, será um facilitador para tirar de si dores e desafios profundos. Mesmo que você tenha o diagnóstico com estratégias personalizadas, você tem a possibilidade de ter qualidade de vida. É possível!

Procrastinação do TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) Como enfrentar?

Procrastinação do TDAH (Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade)-Como enfrentar?

Você compreenderá melhor como a procrastinação associada ao TDAH pode sabotar seus sonhos e aprenderá dicas práticas para criar estratégias que auxiliam a superá-la. Uma pessoa com TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) enfrenta desafios diários que afetam várias áreas da vida. O funcionamento cerebral dessas pessoas — especialmente das mulheres, que já carregam inúmeras demandas por serem esposas, mães e profissionais — torna o gerenciamento de tempo e a procrastinação questões ainda mais complexas. Mas como superar essas dificuldades? Este artigo foi pensado com carinho para ajudar você, mulher, a encontrar maneiras práticas de lidar com a procrastinação no seu dia a dia. É muito comum que mulheres procurem o consultório de psicologia buscando alívio para situações que as incomodam. No entanto, o processo terapêutico muitas vezes revela que esses incômodos estão enraizados em um ciclo difícil de romper: baixa autoestima → baixa autoconfiança → dificuldade em gerir o tempo → procrastinação → comparação → autocobrança. Esse ciclo, infelizmente, tende a se repetir continuamente. Esse padrão geralmente se inicia na infância, com crenças limitantes sendo construídas ao longo de anos. Frases como “você não é boa o suficiente” se tornam verdades internas, reforçando a procrastinação como uma resposta automática. No caso de mulheres com TDAH, esse comportamento é conhecido como procrastinação crônica, porque está intimamente ligado ao funcionamento cerebral do TDAH. Entendendo a Dopamina A dopamina é um neurotransmissor crucial no cérebro, muitas vezes referida como “hormônio do prazer”. Ela está profundamente envolvida em nossos sentimentos de prazer, motivação e recompensa. Quando experimentamos algo prazeroso, seja comer um chocolate, concluir uma tarefa ou até mesmo receber um like nas redes sociais, a dopamina é liberada, nos proporcionando uma sensação de bem-estar. Ela é responsável por nos ajudar a manter o foco e a atenção. No entanto, o excesso de estímulos rápidos e recompensas imediatas pode sobrecarregar esse sistema, resultando em um ciclo de busca constante por mais prazer e, eventualmente, em um estado de insatisfação. Mas por que então mulheres com TDAH procrastinam? Quando os níveis de dopamina estão baixos, atividades longas ou desafiadoras tornam-se extremamente desmotivadoras, sendo constantemente adiadas. Isso não é uma questão de preguiça ou falta de caráter, mas sim uma manifestação biológica do TDAH. Quem tem diagnóstico de TDAH sabe que tem baixa produção de dopamina, naturalmente, isso faz com que atividades que demandam mais esforço e menos resultado imediato se tornam entendiante, logo “é melhor buscar por esse prazer” assim mudando de atividades com a intenção de ter essa sensação de prazer. Isso faz com que elas procurem em situações como: redes sociais, vícios, doces entre outros tipos de situações que o prazer são quase que instantâneos, tornando então uma procrastinação crônica. O que é Procrastinação? A procrastinação é o adiamento voluntário de tarefas, mesmo quando sabemos que isso nos prejudicará. Não é apenas preguiça; é um mecanismo de proteção para evitar desconfortos como medo do fracasso, perfeccionismo ou mudanças. Como disse acima, a tendência é que as tarefas desafiadoras, ainda que importantes, não sejam realizadas pela falta de visão no benefício ou até mesmo por ele ocorrer distante demais. Cada vez que você adia uma tarefa, reforça a ideia de que não é capaz ou digna de alcançar seus objetivos. Isso pode: corroer sua autoconfiança, aumentar o estresse e a sobrecarga. Assim, te afastando de uma vida plena e satisfatória. Estratégias para Vencer a Procrastinação. A procrastinação é um desafio constante, especialmente para quem convive com TDAH. Contudo, pequenas mudanças de hábito podem transformar sua rotina e ajudá-la a lidar com as demandas do dia a dia com mais eficiência. Aqui, apresento estratégias práticas para vencer a procrastinação e alcançar seus objetivos. Organize suas Tarefas Escreva tudo em um caderno ou agenda. Liste todas as tarefas da semana, tanto pessoais quanto profissionais. Essa prática é essencial para tirar os pensamentos da mente e organizá-los de forma mais clara. Você pode optar por ferramentas físicas, eletrônicas ou uma combinação das duas. Por exemplo, eu gosto muito de usar o meu Planner “TDAH no dia a dia”. Ele foi desenvolvido especialmente para atender mulheres que enfrentam dificuldades com planejamento. Pensado com carinho, seu tamanho prático e informações úteis fazem dele mais que uma agenda; é um guia funcional para mulheres lidarem com os desafios do TDAH de forma estruturada e eficaz. A organização não é apenas sobre produtividade, mas também sobre terminar o dia com leveza e a sensação de que cuidou de si e das suas emoções. Use o método que faz sentido para você, mas certifique-se de que seja funcional e adaptado à sua realidade. Entenda seus Objetivos Ter clareza sobre o que você deseja alcançar é fundamental para combater a procrastinação. Quando não há um objetivo claro, acabamos apenas “empurrando com a barriga”. Isso cria uma falsa sensação de movimento, mas, sem direção, não se chega a lugar algum. Feche os olhos por um momento e visualize onde quer chegar. Pergunte a si mesma: Essas perguntas ajudam a desenhar um mapa mental dos seus objetivos e dão clareza para o processo. Sem esse passo, a procrastinação tende a crescer, já que a ausência de resultados concretos gera desmotivação e frustração. Estabeleça Prioridades Muitas mulheres se perdem ao tentar fazer tudo ao mesmo tempo, acreditando que tudo é prioridade. No entanto, nem todas as tarefas têm o mesmo grau de urgência ou importância. Use critérios claros para classificar suas atividades. Pergunte-se: O que realmente precisa ser feito agora deve vir primeiro. Aquilo que pode esperar pode ser programado para outro momento. Esse filtro ajuda a reduzir o estresse e evita o ciclo da procrastinação. Defina Prazos Realistas O que não tem prazo raramente é concluído. Por isso, determine datas específicas para cada tarefa. Isso ajudará você a entender melhor o tempo necessário para realizar cada atividade, além de criar uma noção mais realista sobre sua rotina. Não se esqueça de respeitar seus próprios limites. Evite sobrecarregar-se com prazos impossíveis. Trabalhar dentro das suas condições é essencial para manter o equilíbrio

Transtorno do déficit de atenção com Hiperatividade: TDAH e Dopamina

Entenderemos o que o hormônio do prazer revela sobre o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade. A dopamina age de uma maneira peculiar na pessoa que tem o diagnóstico de TDAH, mas afinal você sabe verdadeiramente o quanto esse neurotransmissor corrobora para um ciclo de vícios, impulsividade e procrastinação crônica? Desvendaremos nesse artigo tudo o que você precisa saber. Como o Vício em Dopamina Está Influenciando Sua Vida e Seu Relacionamento: Maneiras diferentes e muitas vezes sutis, estão cada vez mais presente na vida cotidiana, principalmente em pessoas com diagnósticos de TDAH. Já se perguntou sobre o impacto das redes sociais, jogos e estilo de vida na sua saúde mental? Em um mundo onde a recompensa instantânea é a norma, muitos de nós estamos vivendo em um ciclo vicioso de busca por prazer imediato. Esse ciclo não é apenas mental, mas fisiológico, e está diretamente ligado ao funcionamento de um neurotransmissor chamado dopamina. Hoje, entenderemos como a dopamina influencia nossa motivação, prazer e foco, além de como o vício em comportamentos como redes sociais, jogos e até mesmo o estresse constante podem impactar nossa vida, especialmente nas relações pessoais, como o casamento. O Que é Dopamina e Qual é o Seu Papel? A dopamina é um neurotransmissor crucial no cérebro, muitas vezes referida como “hormônio do prazer/motivação”. Ela está profundamente envolvida em nossos sentimentos de prazer, motivação e recompensa. Quando experimentamos algo prazeroso, seja comer um chocolate, concluir uma tarefa ou até mesmo receber um like nas redes sociais, a dopamina é liberada, nos proporcionando uma sensação de bem-estar. O Papel da Dopamina no Cérebro A dopamina é um neurotransmissor crucial para várias funções cerebrais, como: A dopamina é como um mensageiro especial no cérebro. Ela é feita em uma parte do cérebro chamada mesencéfalo, que fica bem no meio da cabeça, e depois viaja para outras partes importantes, como o “controlador de foco” (o córtex pré-frontal) e o “central das recompensas” (o núcleo accumbens). Esses lugares ajudam você a prestar atenção nas coisas, a controlar suas vontades e a sentir felicidade quando algo legal acontece, como ganhar um presente ou terminar uma tarefa difícil. Dopamina e TDAH Pesquisas indicam que indivíduos com TDAH possuem uma disfunção no sistema dopaminérgico, impactando negativamente suas habilidades de concentração, planejamento e controle de impulsos. Essa disfunção pode ser explicada por: Como o Tratamento do TDAH Altera os Níveis de Dopamina? Os tratamentos para TDAH frequentemente visam normalizar os níveis de dopamina no cérebro: Medicamentos Estimulantes (como metilfenidato e anfetaminas) Esses fármacos aumentam a disponibilidade de dopamina nas sinapses, melhorando a transmissão entre os neurônios e promovendo maior controle atencional e comportamental. Estratégias não medicamentosas Estratégias personalizadas, exercícios físicos e estratégias de mindfulness podem influenciar positivamente o sistema dopaminérgico, embora os efeitos sejam mais sutis comparados aos medicamentos. Impactos Comportamentais por Baixo nível de Dopamina Quando a dopamina no cérebro não funciona corretamente, isso pode afetar diretamente o comportamento das pessoas, especialmente aquelas com TDAH. A dopamina desempenha um papel importante em funções como atenção, controle de impulsos e a busca por recompensas, e quando há um desequilíbrio, podem surgir vários desafios. Entenderemos melhor como isso acontece. Dificuldade de se concentrar Uma das principais dificuldades que as pessoas com TDAH enfrentam é manter a concentração. Para entender melhor, imagine que o cérebro é como um time de futebol. A dopamina é o treinador que dá as instruções para os jogadores, orientando-os sobre o que fazer. Se o treinador não consegue dar as ordens claramente, o time pode ficar confuso e desorganizado, o que dificulta jogar bem. Da mesma forma, quando a dopamina não está funcionando corretamente, o cérebro tem dificuldades em se concentrar em tarefas importantes, como estudar ou prestar atenção na escola, porque ele não está “recebendo” ou processando as informações de maneira eficaz. Impulsividade: Agir sem pensar Outro impacto importante da disfunção dopaminérgica é a impulsividade. Quando a dopamina está em falta, as pessoas podem agir rapidamente, sem pensar nas consequências. Isso é semelhante a alguém que pula de um trampolim sem olhar se a água está segura. A falta de dopamina dificulta o controle sobre os impulsos, levando a atitudes apressadas, como interromper os outros ou tomar decisões precipitadas. Isso pode resultar em comportamentos arriscados, pois o cérebro não sinaliza para esperar, refletir ou considerar as opções antes de agir. Busca por estímulos mais emocionantes Quando o cérebro não recebe dopamina suficiente, ele sente uma necessidade constante de buscar emoções e recompensas. Isso pode fazer com que a pessoa com TDAH procure situações mais emocionantes ou estimulantes para se sentir bem. Por exemplo, pode ser como querer jogar videogame em vez de fazer o dever de casa, porque o cérebro está em busca de algo mais interessante e gratificante. Essa tendência a buscar estímulos imediatos pode levar a distrações constantes e dificuldades em focar em tarefas importantes. Problemas para completar tarefas Outro sintoma comum do TDAH relacionado à dopamina é a dificuldade em completar tarefas. Quando a dopamina não está funcionando adequadamente, o cérebro não recebe os sinais certos para manter a atenção e continuar focado. Isso pode resultar em pessoas que começam várias atividades, mas têm dificuldade em terminar o que começaram, deixando-as pela metade. A sensação de “desinteresse” ou de que o cérebro não está motivado para concluir algo é um reflexo dessa desorganização nas funções dopaminérgicas. Dificuldade em controlar emoções Além disso, a dopamina também tem um papel importante no controle das emoções. Quando a dopamina não está funcionando bem, manter o controle emocional pode se tornar um desafio. Pessoas com TDAH podem ficar mais irritadas, frustradas ou impacientes, pois o cérebro não está processando adequadamente as emoções. A falta de dopamina pode dificultar lidar com frustrações, o que pode levar a explosões emocionais ou dificuldade em manter a calma em situações cotidianas. Superando os Desafios Esses comportamentos ocorrem porque, quando a dopamina não está funcionando como deveria, o cérebro encontra dificuldades em dar as ordens certas para o corpo. Contudo, a boa notícia é que